Arugam Bay, Sri Lanka


Kohomada!(Como vai você?)

Deixamos Kuala Lumpur (Malásia) e partimos com destino ao Sri Lanka, antigo Ceilão. Um país ilha, localizado logo abaixo da gigantesca Índia. Devido ao seu formato geográfico, nós apelidamos o Sri Lanka de ovo da Índia, para não dizer outra coisa!!! Muitos não sabem, mas são dois países independentes e completamente diferentes. Inclusive eles detestam ser confundidos com Indianos.

Mapa Índia e Sri Lanka mais a baixo.

O Sri Lanka sempre esteve em nosso roteiro, mas não tínhamos certeza se iríamos mesmo conhecer, pois surgiram algumas dúvidas sobre a segurança do país. Porém, conhecemos várias pessoas durante a viagem que só falaram bem, principalmente do povo, comida e cultura. Bom! Com tanta aprovação colocamos o Sri Lanka definitivamente em nosso roteiro e o destino principal era conhecer Arugam Bay, uma das melhores ondas do mundo para surfar.

Eu (Pri) confesso que nem sabia que esse pequeno e charmoso país existia no mapa, pura ignorância. Tentei até buscar em minha vaga memória as aulas de geografia, porém, sem sucesso!

BEM VINDOS AO SRI LANKA

Conhecemos um cingalês muito simpático que estava com seu filho no nosso voo para Colombo (Capital do Sri Lanka). Ele nos deu algumas dicas do país e lugares interessantes para conhecer. Depois nos acompanhou até a imigração, onde ficamos esperando na fila para carimbar nosso passaporte. De repente 5 homens passaram na nossa frente na maior cara de páu, ainda tentei argumentar mais foi em vão, nosso amigo disse que no Sri Lanka era comum furar fila e que ainda iríamos vivênciar muitas outras vezes. Que falta de respeito! Bom, depois disso, carimbamos nosso passaporte e recebemos 30 dias (já havíamos pago nosso visto na internet, fica a dica).

REENCONTRANDO COM ESKY

Do aeroporto pegamos um taxi e fomos reencontrar com nosso amigo Esky (o japonês de muitos quintais) que estava nos esperando na cidade de Negombo. Ficamos nesta cidade por ser mais próxima do aeroporto, com mais opções de hospedagem e restaurantes, pois Colombo é uma cidade muito grande e caótica. Por outro lado, Negombo é bem menor, com mais estrutura para receber turistas e apenas 1h do centro de Colombo

Desde a última vez que encontramos com Esky, em Barra de La Cruz (México), não fazíamos idéia se iríamos nos ver novamente, pois seu roteiro era bem diferente do nosso. Apesar da distancia, estávamos acompanhado sua viagem, pois ele sempre mandava fotos e notícias. Esky saiu do México e seguiu para Cuba, New York, Senegal, Namíbia, África do Sul e Europa, para então, quase 1 ano depois chegar no Sri Lanka. Que bela viagem!

Bom! O taxista nos deixou na pousada que havíamos combinado com Esky e lá estava ele, com um visual diferente (cabelo raspado) mas com a mesma alegria de sempre. Nos abraçamos e ficamos muito contentes por todos estarem alí mais uma vez juntos!

Esky, sempre animado!

A MAIOR MUDANÇA DE PLANOS DE TODA A VIAGEM

Estávamos apenas 3 meses de terminar a nossa volta ao mundo e retornar para o Brasil. Nossos planos eram de permanecemos 20 dias no Sri Lanka, 10 dias nas Ilhas Maldivas e 2 meses na África (Quênia, Tanzânia, Mozambique, África do Sul e Namíbia). Porém os planos mudaram completamente assim que pisamos no Sri Lanka. Contarei no decorrer do blog o que exatamente aconteceu.

NEGOMBO e a primeira mudança de planos

Durante a Tailândia e Malásia o Ro já vinha reclamando de algumas dores na lombar, mas nada sério até então, pois ele já convive com essa dor há muitos anos, indo e vindo frequentemente. Bom! Assim que chegamos em Negombo a situação piorou e a coluna travou de uma forma que ele não conseguia nem andar direito. Começou ai a primeira mudança dos nossos planos.

Iríamos junto com Esky direto para Arugam Bay (10h de carro) onde ficaríamos 20 dias para então seguir as Ilhas Maldivas. Entretanto devido a situação do Ro resolvemos ficar em Negombo para tentar curar sua dor na lombar. Deixamos Esky seguir em frente e combinamos de nos encontrar em Arugam Bay dentro de 1 a 2 semanas, dependendo das dores do Ro.

Ficamos hospedados no Sea Joy, uma pousada simples, econômica, com funcionários muito simpáticos e sempre à disposição. Embaixo da pousada tinha um restaurante com uma grande variedade de pratos locais. Aproveitamos as deliciosas comidas e conhecemos mais sobre a culinária do país que é a base de arroz e curry. Bom! Realizamos todas as refeições nesse restaurante e ainda tínhamos a mordomia de comer na varanda do nosso quarto, pois o Ro mal conseguia sair da cama de tanta dor.

Varanda, deliciosos currys e vista da rua! 

MEDICINA AYURVEDA

Com o passar dos dias a dor não melhorou e precisávamos encontrar um centro de quiropraxia, acupuntura, massagem ou qualquer outra coisa que pudesse diminuir a dor. Procuramos na região e encontramos a tradicional Medicina Ayurveda com mais de 6.000 anos de existência (originária da Índia). Uma medicina a base de ervas, óleos e massagens. Existe muitos farsantes trabalhando como médico ayurveda e é difícil encontrar um que seja um médico de verdade. Procuramos e achamos um indicado por um local de Negombo que disse que também tinha dores na coluna e sempre frequentava este médico.

O Ro resolveu tentar e fez um tratamento de alguns dias com o médico indicado. Acompanhei ele em uma consulta na clínica que ficava em uma antiga casa (me lembrou casa de vó), tudo muito simples e natural. Ele foi atendido em uma pequena sala onde o médico fez algumas perguntas e sentiu o seu pulso. O médico fez massagem com ervas na região dolorida e depois uma reza (em cingalês) como se estivesse tirando algo de dentro do corpo. Para finalizar o Ro fez um pouco de sauna com ervas, uma sauna diferente, igual as cama de bronzeamento artificial, só que de madeira, onde somente a cabeça ficava para fora. Por último ainda tomou um banho quente com mais ervas. Ele me disse que era gostoso, e que tinha melhorado um pouco das dores. Tadinho! ver sua expressão de dor era muito triste, eu estava fazendo o que podia para aliviar sua dor!

Sauna Ayurveda

RENOVAR O PASSAPORTE

Precisávamos renovar o meu passaporte, que dentro de 1 mês estaria com validade mínima de 6 meses o que é inadequado para entrar na maioria dos país. Já haviamos entrado em contato com a Embaixada do Brasil em Colombo, que informaram todos os passos para renovar o passaporte. Procedimento este que demoraria 10 dias.

Bom! Como o Ro estava muito mau da coluna e não conseguia andar bem, eu aproveitei que o Esky também precisava ir para Colombo, e fui junta com ele até o centro da cidade. Ele foi para Embaixada da Índia, deixar todos os documentos para obter o visto, e eu fui para a Embaixada do Brasil, renovar o meu passaporte.

Bom! Cheguei na embaixada na hora do almoço, levei todos os documentos necessários e o valor a ser pago em dinheiro. De lá fui ao banco que me informaram que a embaixada havia se desligado daquela agência e assim não era possível efetuar o pagamento. Retornei para a embaixada e lá expliquei o ocorrido, a atendente falou para eu voltar ao banco e que dessa vez daria certo, pois havia resolvido por telefone. O problema é que já era final da tarde e o banco já iria fechar, não sendo possível o pagamento e com isso não pude dar entrada na renovação. Resolvi voltar para Negombo e decidir com o Ro o que faríamos à respeito.

NOVOS PLANOS

Eu e o Ro conversamos muito a respeito do que iríamos fazer a partir dalí, pois tínhamos duas situações para resolver. Primeiro renovar o meu passaporte, que estava prestes a ter somente 6 meses de validade. Segundo, o Ro continuava com muitas dores e não iria conseguir surfar bem os próximos países. Tivemos então a maior mudança de planos da viagem!

Foi uma decisão difícil mas resolvemos que era melhor excluir definitivamente as Ilhas Maldivas e toda a África, e mudar nosso destino para a Índia atrás de uma cura para a coluna do Ro e conhecer também a origem do Yoga, prática que faço a muitos anos e sou apaixonada. Bom! Foi isso então, resolvemos mudar completamente nossos planos originais e deixar os destinos que não iríamos para um futuro Quintais do Mundo II.

Foi difícil mas fizemos a melhor escolha. Já que decidimos ir para Índia tínhamos que aplicar para o visto e esperar por 10 dias até sair a confirmação. Neste tempo, resolvemos conhecer Arugam Bay e encontrar com Esky que já estava lá surfando e nos esperando. Arugam Bay ou Abay fica do outro lado do país e para chegar lá pode-se ir de taxi, ou uma combinaçao de trem e ônibus, uma viagem que pode durar de 10h até 2 dias, devido a regiões motanhosas e péssimas estradas.

A CAMINHO DE ARUGAM BAY

Primeira parada, KANDY!!!

O Ro depois de alguns dias em Negombo, fazendo massagens, repousando e se alimentando um pouco melhor, teve uma pequena melhora. Com isso decidimos nos mover e seguir para ABay. Como ele ainda não podia passar muitas horas na mesma posição, decidimos fazer viagens curtas e ir parando até chegar lá.

Nossa primeira parada foi em Kandy, fomos de tuk tuk até a estação de ônibus em Negombo e de lá pegamos um ônibus local que durou 8 hr até Kandy, uma cidade bem turística localizada no centro do país em meio as montanhas. Nossa estadia foi curta e sem muitas caminhadas.

A caminho de Kandy e terminal rodoviário da cidade.

A pousada onde nos hospedamos ficava em frente a um grande e belo lago. Um dia passeando com o Ro, vimos um monte de lagartos, peixes, muitos pássaros e flores de lotus em volta do lago. Kandy é famosa por danças típicas, currys e caminhadas nas montanhas. Por incrível que pareça não tiramos uma única foto dessa cidade. Ficou apenas em nossa memória. 

O Ro ainda estava muito mal e resolvemos ficar apenas 2 dias em Kandy, lá ficamos em um homestay bem legal e aconchegante. Homestay são pensões familiares bem parecidas com pousadas, as vezes com café da manhã incluso.

Segunda parada, ELLA!!!

Bom! Deixamos Kandy e nosso próximo destino foi a cidade de Ella. Dessa vez optamos por viajar de trem por entre as montanhas e plantações de chás para chegar até lá. Nos sentamos no último vagão de onde conseguíamos ver toda a paisagem que ia ficando para trás. Por coincidência reencotramos com o cingalêsque fizemos amizade no avião (se tivesse combinado não teria dado certo), ficamos conversando e sabendo mais curiosidades daquele país interessante.

Aguardando o trem para Ella!

Entre uma curva e outra, conseguíamos ver as imensas platações de chás verdinhas e as tradicionais mulheres na colheita. O trem passou por várias cachoeiras e muitas montanhas altas. O clima dentro era bem fresco e aconchegante.

Paisagens deslumbrantes pelo caminho.

Mulheres voltando do trabalho na plantação de chá!

Comendo com as mão no trem!!!

Diferente de nossa viagem de trem para Chiang Mai (onde compramos muita comida), essa viagem não levamos quase nada para matar a fome, apenas banana e amêndoas. Quem salvou nosso estômago foi uma família de 10 pessoas que viajavam com seus filhos. Eles estavam curiosos em nos conhecer e fizemos amizade com todos eles.

Fomos muito bem tratados e a cada curva que o trem fazia, uma senhora vinha e nos oferecia uma fruta, chá com leite e biscoitos, tudo feito por ela. Para completar perguntaram se tínhamos almoço e nos serviram um de seus muitos pratos preparados antes da viagem. Comemos um delicioso curry ao estilo local, servido em um saco plástico enrolado no jornal. Dentro havia arroz, berinjela, curry de peixe, pimentas, cogumelos, batata com molho e outras coisas que nem sei o que eram. Porém o melhor de tudo foi comer como eles comem, com a mão direita (a esquerda é utilizada para limpar o bumbum). Nossa que sufoco!

Tratamento Vip no trem para Ella!

Eu e o Ro não tínhamos prática nenhuma e o que parecia simples foi ficando cada vez mais difícil, os grãos caiam pelos dedos e quando chegava à boca, quase não tinha mais comida…rs. Foi uma experiência única e divertidíssima! Para encerrar a comilança mais um biscoitinho com chá. E assim chegamos em Ella! 

ELLA A PEQUENA RUA

Quando desembarcamos em Ella, ficamos chocados com o tamanho da cidade, apenas uma única rua! Nossos planos nesta pequena vila era de ficar 2 dias e seguir para nosso destino final, Arugam Bay. Porém a coluna do Ro voltou a doer e de frente para o nosso hotel encontramos um médico de Ayurveda muito bem indicado pelo gerente do hotel onde estávamos hospedados.

Dessa vez senti que o médico era super capacitado e sabia muito dessa medicina, ele havia estudado na Índia, berço da Ayurveda. O tratamento durou 1 semana e foi a base de óleos com ervas, massagem, acupuntura e medicação oral natural. Tudo por um valor bem baixo, o estilo dessa medicina é justamente para pessoas sem recursos financeiros. O médico era super requisitado o consultório vivia lotado.

Caminhando por Ella, consultório de Ayurveda e muitas frutas!

Além de tratamento para a coluna, agente aproveitou que o clima da cidade era frio para provar muitas comidas gostosas, como currys e mais currys deliciosos, aqui também é uma região gastronômica e super turística. Há passeios para cachoeiras, tours por safaris para ver elefantes e caminhadas nas montanhas.

Currys e saladas! 

Após o tratamento, o Ro estava se sentido bem melhor, mais ainda com dores. Decidimos seguir viagem para Arugam Bay e encontrar com Esky que estava nos esperando. Para chegar lá ainda precisaríamos pegar 3 onibus. Enquanto esperamos o ônibus chegar em frente a um restaurante local, conhecemos um casal que estavam aguardando o mesmo ônibus que nós. Perguntamos se queriam dividir conosco uma van e seguir direto para a Arugam Bay. Disseram que sim e então deixamos Ella e pegamos estrada para ABay!

ARUGAM BAY, excelentes ondas!!!

No caminho para Abay, avistamos nossos primeiros elefantes do país, pudemos ver que a região ainda é bem preservada, com vários parques nacionais e muitos animais soltos na natureza.

A caminho de Abay!

Chegamos em Abay ainda de dia e fomos direto para onde nosso amigo Esky estava hospedado, por sorte tinham dois quartos disponíveis de frente para a praia. Nós ficamos com um e o outro casal que viajou conosco ficou com o outro. Ficamos então todos juntos no mesmo hotel, Arne’s Place.

Nosso hotel – Arne’s Place!

Comida Deliciosas!!!

Em Abay comemos vários dias um delicioso “veggy curry” e “chicken curry” ambos acompanhado de arroz, lentilhas, berinjela e salada de cenoura. Gostamos tanto que comemos quase todos os dias. Outro restaurante que comemos foi um bem local onde serviam arroz frito com frango e serviam o tradicional prato do país, o Rotti, uma massa de farinha de trigo picada com espátulas de ferro junto com os acompanhamentos solicitados, podendo ser de vegetais, ovo e frango. Durante a preparação desse prato o barulho é grande, pois a tradição manda triturar com duas espátulas ao mesmo tempos em uma chapa de ferro.

Currys, currys e mais currys!!!

Excelentes ONDAS!!!

Abay é bem conhecida entre os surfistas, aqui acontece uma etapa do circuito mundial de surf. Os mulçumanos e hindus, que são maioria no pequeno povoado, já estão acostumados com os surfistas dos muitos países que vem para desbravar as perfeitas ondas de Abay. Em sua maioria europeus e australianos. Muitos escolhem essa praia para aprender a surfar, pois algumas ondas são bem tranquilas e fáceis. Em dias de ondas pequenas o mar fica lotado de surfistas aprendizes querendo surfar a primeira onda da vida deles.

A caminho das ondas.

O principal point do surf é para surfistas com um pouco mais de habilidade e poucos aprendizes se aventuram nessas ondas, porém muitos que recém aprederam a surfar se aventuram, por ser mais fácil, perfeita e tranquila. Uma direta que quebra em um fundo de areia misturado com pedra.

Ficamos alguns dias em Abay, e como a coluna do Ro havia melhorado um pouco ele surfou somente nos melhores dias, pois o mar estava muito bom para ficar do lado de fora só assistindo. Nos outros dias as ondas baixaram e ele preferiu não arriscar. Porém logo em seguida a coluna dele ficou ruim de novo e ele decidiu que a partir dali não iria mais surfar até ficar 100% curado.

Cenas de um belo dia de surf!

Caminhando por Abay

A decisão de não surfar deixou ele bastante triste pois ele ainda tinha esperança de surfar as ondas das ilhas Maldivas e da África. A partir daí, confirmamos que iríamos terminar os últimos dois meses da viagem na Índia. E caso não gostassemos de lá, ainda tínhamos tempo para renovar o meu passaporte que venceria dentro de 1 mês. As vezes temos que escutar nosso corpo e essa foi uma decisão muito difícil para nós dois.

O Ro foi para a Indonésia com 4 pranchas, uma ele vendeu nas Ilhas Mentawais, e aqui ele vendeu mais uma para o dono do hotel que ficamos hospedados. Agora viajava somente com 2 pranchas e cada vez menos coisas para carregar.

Ro vendendo mais uma prancha

Depois de 10 dias de muito sol, praia e comidas deliciosas, era hora de voltar para Negombo, tínhamos somente mais uma semana para ficar no país e ainda tínhamos que pegar nosso visto para a Índia na embaixada em Colombo. Havíamos enviado todos os formulários antes de ir para Arugam Bay e o processo demoraria cerca de 1 semana para ser liberado.

REGRESSANDO PARA NEGOMBO e VISTO PARA ÍNDIA

Bom! Voltamos de Abay em uma van junto com Esky, com o casal que foi conosco, e mais dois integrantes, um brasileiro e um japonês. A volta foi bem mais rápida do que a ida, porém bem cansativa. Demoramos 10 h para chegar e ficamos novamente em Negombo, na mesma pousada de antes.

Fomos até a Embaixada da Índia pegar nosso visto, para isso tínhamos que deixar nossos passaportes de manhã e recolher no final da tarde junto com o visto. Enquanto esperávamos aproveitamos para conhecer um pouco do centro de Colombo e resolvemos matar o tempo assistindo um filme em um dos poucos shoppings da cidade. Escolhemos um filme indiano para já ir se adaptando a cultura do país, estávamos receosos sobre a qualidade do filme, mas no final todos nós adoramos e ficamos até imprecionados com a estória. Quem quiser assistir o nome do filme é Heroine, vale apena.

Heroine

A CAMINHO DAS ÍNDIAS

Visto confirmado, passagem comprada e nosso último país nos esperava. Saímos de Colombo em um voo de apenas 2 h para o sul da Índia, mas especificamente para a praia de Kovalam, famosa por muitos tratamentos ayruveda e ainda belas praias com ondas para surfar. Mas essa estória, as aulas de Yoga, um inesperado convite para comer na casa de um indiano, e muita comida vegetariana contaremos no próximo Quintal, que será o penúltimo antes de regressarmos para o Brasil.

Namastê!

Priscila e Rodrigo

Anúncios

Uma resposta para “Arugam Bay, Sri Lanka

  1. Poxa, amigos…que triste!
    Mas tenham a certeza de que tudo tem um motivo, um porque…então aproveitem tudo o que tiver a disposição de vocês! E Ro, estou torcendo pela sua TOTAL melhora…se cuida!

    Beijos!

Deixe aqui o seu comentário sobre nossos quintais...

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s